Saturday, September 16, 2006


Apetece-me falar das mulheres. Mais própriamente do que ainda nos faz tremer de raiva. Sim, porque não existe discriminação até ao momento em que alguém se lembra de discutir o aborto ou a paridade no trabalho, no parlamento, na linguagem, se o queremos levar mais longe. E eu que apenas queria viver num mundo em que me deixassem em paz. Em que não me abrissem nem fechassem portas, em que para ser boa pessoa, não havia que adoptar essa atitude paternalista, que no fundo é como uma moléstia crónica de quotizar tudo, de justificar que as mulheres até trabalham mais ou melhor do que os homens! E eu que só queria ser igual...

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